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Democracia
As casas foram vendidas em leilão público por R$ 90 mil. Hoje, os moradores convivem com interessados pelo projeto, que ganhou prêmios, como o do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)
Novas tecnologias e baixo custo A ideia inicial do arquiteto era utilizar a tecnologia de bloco estrutural. Porém, em função de demandas construtivas, optou por misturar essa técnica à alvenaria tradicional. Ainda assim, foi obtida economia de 30% em relação ao método convencional. Explica-se: a alvenaria estrutural necessita de quantidade menor de concreto, pois canos e fios passam por dentro dos blocos durante o levantamento das paredes – no método tradicional, as superfícies são “rasgadas” depois de prontas. |
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Estrutura eficiente e detalhes discretos Amplas esquadrias de alumínio colaboram para a ventilação e iluminação das residências. Outra solução: a laje de concreto é coberta com telhas comuns, que evitam o calor, mais uma vantagem das habitações populares brasileiras da década de 1960, que aqui foram adotadas. Detalhes, como os avanços nas portas de entrada, trazem mais riqueza estética ao projeto. Nichos, como os que existem abaixo da escada e ao fundo da garagem, aproveitam ao máximo a estrutura compacta. |
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As cores da fachada foram padronizadas: cinza e vermelho criam identidade contemporânea. Mas os interiores ganharam a personalização de cada morador |
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Na parede lateral, o cobogó, outro nome para definir o elemento vazado, ajuda na iluminação e ventilação
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